A “UTI empresarial” da pandemia: como empresas à beira da morte performaram melhor depois

Fernando Fontes

Quando a crise atingiu a todos ao mesmo tempo, as empresas já “quebradas” descobriram um trunfo que as saudáveis não tinham: uma casca de dores que as tornava invulneráveis. A lição de quem viu a UTI por dentro.

No auge da pandemia, o empresário Fernando Giarini Fontes assistiu a um fenômeno que contrariava toda a lógica econômica: empresas que já chegavam “quebradas” ao isolamento emergiam do caos com mais facilidade do que negócios que estavam há anos sem crise.

A explicação, diz ele, é humana antes de ser financeira. A necessidade é o maior motor de criatividade que existe. Quando a situação se tornou crônica para todos, como se fosse um alívio para quem já vivia no sufoco, empresas saudáveis e empresas quebradas pareciam se igualar. A expectativa não estava boa para ninguém. E aí aconteceu o inesperado: quem já estava no chão não tinha mais o que perder… a não ser a própria vida da empresa. E isso, paradoxalmente, foi um combustível.

Foi a conscientização da situação, direta e sem filtro, que operou a virada. Sem tempo para o autoengano, sem espaço para o “tá tudo bem aqui”, o empresário que já conhecia a dor foi obrigado a criar. E criou: renegociou, adaptou, reduziu, reinventou. Você já criou a sua casca de dores e procedimentos errados, foi resistente e resiliente. Quem já atravessou o deserto conhece a sede. E conhecer a sede,quando todos começam a senti-la, é uma vantagem brutal.

Fernando, por sua vez, já viveu tempos que o prepararam para o cenário. Testemunhou uma economia com inflação acima de 1.200% ao ano, num período em que nada se compara à pandemia. Mas, como ele mesmo afirma, a pandemia trouxe um elemento novo: o problema estava focado na sobrevivência. Não apenas a sobrevivência da saúde das pessoas, mas a sobrevivência da saúde das empresas. E foi nesse momento que a necessidade falou mais alto.

Os números da “UTI empresarial” confirmam o que a biologia da criatividade já anunciava: a maioria dos mentorados que performou nas crises mais agudas saiu da pandemia melhor do que entrou. Não porque o mercado ajudou, mas porque a adversidade nivelou o campo e devolveu ao empresário a pergunta essencial: o que eu realmente faço, para quem faço e por que esse negócio precisa existir?

A resposta a essa pergunta é o que separa o sobrevivente do protagonista.

Mesmo assim, Fernando acrescenta um aviso: ninguém emerge sozinho. A casca de dores é uma armadura, não um caminho. Para transformar resiliência em plano e criatividade em estratégia, é preciso dividir o fardo e pedir ajuda a quem tem mais experiência. A força não está em carregar tudo, está em saber com quem compartilhar a carga.

É essa a porta que o Instituto Fernando Fontes, fundado por Fernando Giarini Fontes, mantém aberta. Ele está disposto a entender o problema de cada empresário e oferecer uma solução. Basta clicar no link: https://wa.me/5511950950551, a equipe do Fernando Fontes irá atender, enviar um formulário de diagnóstico e o caso será avaliado pelo próprio Fernando.

Fernando entendeu que, ao ajudar uma empresa, está ajudando uma rede enorme de pessoas: colaboradores, familiares, fornecedores, comunidade. Esse é o seu propósito: ajudar o empresário a resgatar a soberania, com a melhor técnica e o melhor caminho, para reconstruir e escalar o seu negócio.

A UTI não é o fim. É o lugar onde se aprende a respirar direito, e quem aprende a respirar, quando sai do hospital, corre mais longe do que nunca.

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