
Valuation pessoal é a nova moeda de troca
No mercado atual, competência sem posicionamento vale menos do que deveria. Profissionais que aprendem a transformar impacto em percepção constroem influência, poder de negociação e valor de longo prazo.
Autora do livro Carreira com Valuation, em lançamento pela Editora Gente. Farmacêutica-neurocientista, empresária, mentora e conselheira empresarial certificada, com mais de vinte anos de experiência no setor farmacêutico. Sua trajetória é marcada pela atuação em posições de liderança nas áreas de qualidade, governança e transformação organizacional.
Ao longo da carreira, liderou equipes multidisciplinares, estruturou processos críticos e impulsionou o crescimento sustentável de empresas, combinando expertise técnica com visão estratégica e governança corporativa. Como empresária, conduziu a expansão e a consolidação do próprio negócio, elevando significativamente o faturamento e fortalecendo uma cultura de alta performance orientada a resultados.
Atua atualmente como conselheira, mentora e investidora de startups, apoiando lideranças na construção de negócios com valor, previsibilidade e visão de longo prazo.

No mercado atual, competência sem posicionamento vale menos do que deveria. Profissionais que aprendem a transformar impacto em percepção constroem influência, poder de negociação e valor de longo prazo.

Para Mirella Franco, maturidade executiva deixou de ser diferencial comportamental e passou a ser critério estratégico de permanência em posições de liderança.

Aos 40, o mercado ainda permite reposicionamento estratégico. Depois disso, a margem de manobra começa a diminuir.

No topo, as decisões são silenciosas, solitárias e carregam mais peso do que qualquer cargo consegue descrever.

A estrutura sai de cena. O cargo desaparece. E o que sobra não é o histórico, é o que você sustenta com o próprio nome.

Nem toda permanência é escolha, muitas vezes, é o reflexo de decisões travadas pelo medo de perder segurança.

Decisões críticas exigem mais do que velocidade — sem governança, o que parece avanço pode esconder risco estrutural

Enquanto tudo avança, quem permanece sem estratégia começa a ficar para trás.

Enquanto a empresa ainda discute, alguém já está construindo.

Executivos que constroem reputação, rede estratégica e capacidade de decisão mantêm relevância mesmo quando o cargo deixa de existir.

No mercado atual, competência sem posicionamento vale menos do que deveria. Profissionais que aprendem a transformar impacto em percepção constroem influência, poder de negociação e valor de longo prazo.

Para Mirella Franco, maturidade executiva deixou de ser diferencial comportamental e passou a ser critério estratégico de permanência em posições de liderança.

Aos 40, o mercado ainda permite reposicionamento estratégico. Depois disso, a margem de manobra começa a diminuir.

No topo, as decisões são silenciosas, solitárias e carregam mais peso do que qualquer cargo consegue descrever.

A estrutura sai de cena. O cargo desaparece. E o que sobra não é o histórico, é o que você sustenta com o próprio nome.

Nem toda permanência é escolha, muitas vezes, é o reflexo de decisões travadas pelo medo de perder segurança.

Decisões críticas exigem mais do que velocidade — sem governança, o que parece avanço pode esconder risco estrutural

Enquanto tudo avança, quem permanece sem estratégia começa a ficar para trás.

Enquanto a empresa ainda discute, alguém já está construindo.

Executivos que constroem reputação, rede estratégica e capacidade de decisão mantêm relevância mesmo quando o cargo deixa de existir.




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