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Introdução
O mercado de trabalho de 2026 será redefinido pela IA. Um relatório da IBM revela as 5 tendências cruciais para a vantagem competitiva, com foco no Brasil: IA agêntica, soberania de dados, velocidade e confiança do consumidor. Entenda como líderes se preparam para operar em tempo real.
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- IA Agêntica como motor: Executivos brasileiros esperam que agentes de IA operem de forma independente até 2026, impulsionando decisões.
- Velocidade e agilidade: 82% dos líderes afirmam que perderão vantagem competitiva se não operarem em tempo real.
- Soberania de IA e confiança do consumidor: Essenciais para o sucesso, com 95% dos executivos vendo a confiança como definidora.
- Ecossistemas de parceiros: Fundamentais para acelerar a adoção de tecnologia e mitigar riscos.
- Otimismo brasileiro: 93% dos executivos do país mantêm uma visão positiva sobre o futuro das suas organizações.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Os últimos anos foram marcados por rápidas e abruptas mudanças no mercado de trabalho como conhecemos – principalmente com o avanço da inteligência artificial. No novo relatório “Cinco Tendências para 2026”, o IBM Institute for Business Value (IBV) identifica quais estratégias estão sendo adotadas por líderes para fortalecer a vantagem competitiva das empresas no próximo ano.
Como era de se esperar, a inteligência artificial é um dos pontos de maior preocupação percebido na pesquisa: IA agêntica, soberania de IA e colaboração com parceiros serão fatores decisivos para competitividade em 2026. O novo cenário é marcado por disrupção tecnológica, volatilidade econômica e necessidade de decisões rápidas, as soluções vão desde transformar a volatilidade em oportunidade até potencializar o uso da IA.
Abaixo, você confere um recorte específico para dados brasileiros, disponibilizados à Você S/A. Se quiser acessar o estudo completo para a América Latina, pode encontrá-lo aqui.
Agentes de IA como motor de transformação
Parece que estamos nos repetindo demais; mas não tem jeito, a IA é um dos principais causadores de mudança no mercado. Segundo o IBV, 65% dos executivos brasileiros dizem que agentes de IA estão ajudando suas organizações a tomar decisões melhores e mais rápidas e a realocar recursos para capturar oportunidades em meio à disrupção.
Dados globais da mesma pesquisa afirmam que os colaboradores já esperam essa transformação chegar: 61% deles acreditam que seus papéis vão mudar significativamente em 2026 devido às novas tecnologias, e 81%confiam que conseguirão acompanhar os avanços futuros. As organizações estão avançando para operar com IA no centro, com agentes de IA assumindo papéis cada vez mais autônomos integrados a processos críticos. No Brasil, 75% dos executivos esperam que esses agentes operem de forma independente até o final de 2026.
Perspectiva positiva e velocidade como fatores críticos
O estudo mostra que 93% dos executivos brasileiros têm uma visão positiva sobre o desempenho futuro das suas organizações.
A velocidade aparece como fator essencial: 82% afirmam que perderão vantagem competitiva se não conseguirem operar em tempo real.
Soberania de IA e confiança do consumidor
Soberania de IA é a capacidade de uma organização controlar e gerenciar seus sistemas, dados e infraestrutura de IA em todos os momentos. 85% dos líderes brasileiros entrevistados afirmam que precisam considerar a soberania de IA nas estratégias de negócio para 2026.
No momento, esse tipo de liberdade ainda é mais um sonho do que uma realidade das empresas: globalmente, apenas um em cada quatro entrevistados afirmou que sua organização teve agentes de IA tomando ações independentes em 2025, e 69% na América Latina esperam contar com essa capacidade até o final de 2026.
Para que as iniciativas de IA funcionem, a clientela precisa comprar a ideia. Por isso, a confiança do consumidor também é outro parâmetro extremamente decisivo, tanto é que 95% dos executivos brasileiros disseram que a confiança dos clientes na sua IA definirá o sucesso de novos produtos e serviços.
Segundo a pesquisa do IBV, os consumidores até aceitam falhas na implementação de IAs em produtos, mas confiança e transparência são inegociáveis: 56% dos consumidores ao redor do mundo dizem que estão entusiasmados com serviços inovadores habilitados por IA, mas 89% deles querem saber quando interagem com uma máquina. Além disso, quatro em cada cinco executivos dizem que confiariam menos em uma marca se ela ocultasse intencionalmente o uso de IA.
Em paralelo, alguns tomadores de decisão reconhecem os riscos da concentração tecnológica, com 56% preocupados com a dependência excessiva de recursos computacionais em determinadas regiões.
Ecossistemas de parceiros aceleram inovação
O estudo também mostra que os ecossistemas de parceiros desempenham um papel fundamental na aceleração da adoção tecnológica e na mitigação de riscos. 69% por cento dos executivos no Brasil afirmam que parceiros do ecossistema ajudam a acelerar a adoção de tecnologia, e 89% dizem que eles reduzem o impacto de disrupções. Além disso, 78% afirmam que os dados provenientes desses parceiros melhoram os resultados de negócio.
Tomada de decisão rápida como diferencial competitivo
A tomada rápida de decisões é outro fator crítico para a competitividade: 98% dos executivos afirmam que precisam decidir de forma cada vez mais ágil. Retomando um dado lá no começo, 82% afirmam que perderão vantagem competitiva se não operarem em tempo real.
“Para prosperar em 2026, as empresas precisam investir em tecnologias que ofereçam agilidade, eficiência e inteligência aos negócios, entendendo que a IA precisa estar no centro da estratégia das empresas. Agora é possível repensar como os processos, produtos e serviços são prestados de uma forma muito diferente, criando ambientes colaborativos capazes de resolver problemas complexos e gerar novas vantagens competitivas”, explica Marcelo Braga, presidente da IBM Brasil.
O estudo reforça que, para conquistar vantagem competitiva, as organizações devem integrar tecnologia, talento humano e governança digital, fortalecer seus ecossistemas e se preparar para operar com agilidade em um ambiente volátil.
“Velocidade e confiança serão os pilares da transformação nos próximos anos. As organizações que conseguirem integrar IA, governança e ecossistemas colaborativos estarão mais preparadas para capturar oportunidades e enfrentar desafios complexos”, afirma Tonny Martins, presidente da IBM América Latina.
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Fonte ==> Você SA