
Os craques não vencem a Copa
A Copa do Mundo tem uma pedagogia própria. A cada quatro anos, ela nos lembra que talento individual é indispensável. Mas raramente é suficiente. Uma seleção pode reunir os melhores
Leandro Pereira é executivo de Gestão e Transformação Digital, com mais de 15 anos de experiência liderando iniciativas estratégicas que conectam tecnologia, dados e performance de negócios. É engenheiro de Automação, com MBA em Gestão de Negócios, Fusões e Aquisições e Gestão de Projetos, e atualmente cursa formação executiva em CAIO (Chief Artificial Intelligence Officer) pela University of Maryland.
Atua em contextos de alta complexidade, como pós-M&A, excelência comercial, inteligência de mercado e transformação organizacional, sempre com foco em resultados mensuráveis. Ao longo da carreira, construiu e escalou modelos de gestão, estruturas de BI, plataformas digitais e soluções baseadas em Inteligência Artificial aplicadas à tomada de decisão, produtividade e crescimento sustentável.
Reconhecido por integrar pessoas, processos e tecnologia, Leandro defende que a inovação só faz sentido quando resolve problemas concretos e melhora a performance do negócio, princípio que orienta sua trajetória como líder e agente de mudança.

A Copa do Mundo tem uma pedagogia própria. A cada quatro anos, ela nos lembra que talento individual é indispensável. Mas raramente é suficiente. Uma seleção pode reunir os melhores

Existe algo curiosamente valorizado no mundo corporativo. A capacidade de vencer discussões. Argumentar melhor.Responder mais rápido.Convencer mais pessoas. Em muitos ambientes, isso é interpretado como sinal de liderança. Mas sistemas

Existe uma diferença importante entre estar errado e estar desatualizado. A maioria das organizações sabe lidar com o primeiro caso. Quando algo falha, os sinais aparecem. Os resultados pioram.Os indicadores

Existe algo fascinante no movimento. Ele transmite energia.Transmite dinamismo.Transmite a sensação de que algo importante está acontecendo. Talvez por isso sejamos tão atraídos por ele. Desde cedo aprendemos a associar

Existe um paradoxo pouco discutido na liderança. As organizações valorizam experiência porque ela reduz incerteza. E, de fato, durante muito tempo ela funciona exatamente assim. Experiência acelera decisões.Evita erros conhecidos.Ajuda

Lázaro do Carmo Jr. certa vez resumiu uma lógica poderosa: “Eu divido riqueza para não reclamar de pobreza.” A frase parece simples. Mas revela algo profundo sobre a forma como

Durante anos, ambidestria organizacional foi tratada como uma vantagem competitiva. Explorar o presente sem perder capacidade de construir o futuro.Operar eficiência e inovação simultaneamente.Executar enquanto transforma. A lógica continua correta.

Abraham Kaplan, ao formular a chamada Lei do Instrumento, alertava para um risco recorrente: quando uma lógica se torna dominante demais, passamos a reinterpretar problemas para que caibam nela. A

Existe um erro recorrente entre líderes experientes: confundir complexidade com profundidadee simplicidade com superficialidade. Foi assim que muitas empresas passaram a acreditar que crescer exige, inevitavelmente, complicar. Mais processos.Mais camadas.Mais

Existe uma crença recorrente nas organizações. A de que resultados são consequência direta de decisões. Se as decisões forem corretas, os resultados tendem a aparecer.Se os resultados não aparecem, algo

A Copa do Mundo tem uma pedagogia própria. A cada quatro anos, ela nos lembra que talento individual é indispensável. Mas raramente é suficiente. Uma seleção pode reunir os melhores

Existe algo curiosamente valorizado no mundo corporativo. A capacidade de vencer discussões. Argumentar melhor.Responder mais rápido.Convencer mais pessoas. Em muitos ambientes, isso é interpretado como sinal de liderança. Mas sistemas

Existe uma diferença importante entre estar errado e estar desatualizado. A maioria das organizações sabe lidar com o primeiro caso. Quando algo falha, os sinais aparecem. Os resultados pioram.Os indicadores

Existe algo fascinante no movimento. Ele transmite energia.Transmite dinamismo.Transmite a sensação de que algo importante está acontecendo. Talvez por isso sejamos tão atraídos por ele. Desde cedo aprendemos a associar

Existe um paradoxo pouco discutido na liderança. As organizações valorizam experiência porque ela reduz incerteza. E, de fato, durante muito tempo ela funciona exatamente assim. Experiência acelera decisões.Evita erros conhecidos.Ajuda

Lázaro do Carmo Jr. certa vez resumiu uma lógica poderosa: “Eu divido riqueza para não reclamar de pobreza.” A frase parece simples. Mas revela algo profundo sobre a forma como

Durante anos, ambidestria organizacional foi tratada como uma vantagem competitiva. Explorar o presente sem perder capacidade de construir o futuro.Operar eficiência e inovação simultaneamente.Executar enquanto transforma. A lógica continua correta.

Abraham Kaplan, ao formular a chamada Lei do Instrumento, alertava para um risco recorrente: quando uma lógica se torna dominante demais, passamos a reinterpretar problemas para que caibam nela. A

Existe um erro recorrente entre líderes experientes: confundir complexidade com profundidadee simplicidade com superficialidade. Foi assim que muitas empresas passaram a acreditar que crescer exige, inevitavelmente, complicar. Mais processos.Mais camadas.Mais

Existe uma crença recorrente nas organizações. A de que resultados são consequência direta de decisões. Se as decisões forem corretas, os resultados tendem a aparecer.Se os resultados não aparecem, algo
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